A queda das máscaras

Caíram as verdadeiras máscaras das pessoas e as suas faces foram fatalmente reveladas.

Neste longo período de COVID-19, ficou mais fácil identificar quem são as pessoas que se importam com as outras em sua volta; e as que se importam apenas consigo mesmas.

Saci em distanciamento social

As pessoas que se importam consigo mesmas são opressoras por natureza, e/ou por formação egocêntrica. São pessoas sem comoção e para elas a vida do outro terá de ser inferior a sua – e um detalhe: elas não usaram máscaras de proteção facial em espaços coletivos durante a pandemia de COVID-19.

As pessoas que se importam com tudo em sua volta (seres vivos e meio ambiente) sempre serão oprimidas pela natureza do seu opressor. São pessoas com comoção e para elas a vida do outro é tão importante quanto a sua própria vida e elas almejam uma convivência pacífica com as mesmas condições e oportunidades – e um detalhe: elas usaram máscaras de proteção facial em espaços coletivos durante a pandemia de COVID-19.

Tal fenômeno social explica a existência/persistência/resistência/permanência de Sacis nessa grande terra-local e justifica o motivo de suas peraltices, pois ficou confirmado a existência do povoamento com muitas pessoas opressoras.

Saci em distanciamento social

Avançar sempre e jamais retroceder!

[Golpe]aram o povo.

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Continuam golpe-ando…

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Até o povo ficar zonzo.

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Mas o povo está recobrando a consciência

E quando o povo se levantar, não haverá lugar nem mesmo para a queda daqueles que o golpearam.

Porque o povo é gigante – desde que os povos estejam unidos, justapostos em uma só perna.

Porque enquanto o povo renegar a sua identidade Saci, jamais deixará de ser oprimido e subserviente de seus opressores.

Portanto:

Avançar sempre e jamais retroceder!

Avançar sempre e jamais retroceder!

Autoestima!

Uma sugestão: a autogestão!
Porque o falo branco não falará mais por ninguém;

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O falho sistema de representação não vai mais condicionar a massa;
E logo a autoestima de um povo não será mais subestimada.

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A afirmação da identidade cultural deste mesmo povo intimidará qualquer tentativa de desapropriação
Por parte de qualquer oligarquia a serviço de monarquias do chá da tarde, da pontualidade e dos bons modos nórdicos da lógica capitalista operante.

A educação segue opressora e violenta; mas a brincadeira da criança efetivará o desenvolvimento para o bem viver de uma só comunidade;

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E O respeito mutuo será a moeda de troca para a riqueza da convivência, com a consciência de que
O nivelamento da pobreza é a receita de paz;

Esse Saci

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Esse Saci surgiu de um brasil.

Do brasil deixado pelos exploradores que vieram atrás do pau vermelho.

Fizeram grande fogueira.

Deixaram a madeira queimando…

Escureceu. Virou brasa.  Virou carvão.  Virou carvão e brasa ao mesmo tempo.

E os tons de vermelhos – sob Lua -, incandesciam a grande mata verde.

Fechada. Desvirginada.

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Passado algum tempo, os paus incandescentes traziam consigo vozes do além.

Vozes e gemidos do sofrimento de uma gente. Gente pura, inocente, quase inconsciente.

De uma gente brincalhona – sem vergonha.

E de outra gente trazida de longe, tirada das entranhas de outra terra Mãe.

Gente terrestre, que viaja pelo cosmo em busca de sabedoria, para não lhe faltar a nobreza de ver, ler e compreender a legislação da natureza.

Gente que se mata e que se come. Que guerreia por crer no invisível..

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As cores desse Saci são as vermelhas, as pretas e as brancas.

Esse Saci é imaterial, porque aglutina os espíritos desses povos coloridos na leveza do vento.

Esse Saci manifesta seus espíritos ancestrais na forma visual de apenas um pé, para justapor o equilíbrio absoluto de diferentes gentes, gerando assim a sabedoria cósmica de que os homens-2000 tanto precisam – antes que se tornem máquinas por inteiro.

È O . . .