Avançar sempre e jamais retroceder!

[Golpe]aram o povo.

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Continuam golpe-ando…

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Até o povo ficar zonzo.

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Mas o povo está recobrando a consciência

E quando o povo se levantar, não haverá lugar nem mesmo para a queda daqueles que o golpearam.

Porque o povo é gigante – desde que os povos estejam unidos, justapostos em uma só perna.

Porque enquanto o povo renegar a sua identidade Saci, jamais deixará de ser oprimido e subserviente de seus opressores.

Portanto:

Avançar sempre e jamais retroceder!

Avançar sempre e jamais retroceder!

Fragilidade

A sociedade-capital está frágil.

As instituições do Estado são frágeis porque permitem a dependência de recursos estrangeiros.

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Exercem a opressão sobre a classe trabalhadora, fragilizando-a ainda mais.

Mas todo o Estado fica frágil diante dos desejos da classe abastada.

A humanidade só é frágil diante da fome e da sede.

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O ser humano consumista de uma sociedade fragilizada é e sempre será frágil perante os estímulos da violência, da vaidade, da libido, da inveja e do pré-conceito; e sempre dará audiência para os seus ídolos, que são tão frágeis quanto.

Porém, em uma sociedade fragilizada, o ser humano forte erra quando demonstra resistência.

Pois a sociedade frágil irá chamá-lo de louco,

de antissocial e até de Saci Urbano.

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Um Estado fraco, em uma sociedade frágil, propõe – à força! – a presença da neve em terra tropical para aquecer a sua economia.

Essa sociedade frágil, porém racional, anuncia desejos de consumo no caminho do trabalhador;

Essa sociedade frágil, porém racional, compartilha os interesses externos no telejornal;

 Essa sociedade frágil, porém racional, se utiliza de métodos baratos para calar a arte do artista.

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A elite age impiedosamente na fragilidade animal da pessoa humana.

E, assim, se fortalece a fragilidade da sociedade contemporânea.

É frágil a ponto de ter como sentido de sua existência o excessivo consumo de bens materiais à custa de seres vivos; e também de serviços para obterem bens imateriais, editados e manufaturados por essa sociedade.

O fato é que tal fragilidade propõe a exclusão social de quem é resistente.

História

| 1.HISTÓRIA | 2.DESENVOLVIMENTO I E II | 3.EVOLUÇÃO

1.HISTÓRIA

A História obrigou o ser humano a desenvolver o seu

espaço de habitação.

O futuro, aperreado*, grita para o ser humano ir mais rápido com isso.

O presente é o cerne desse desenvolvimento.

 

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2. DESENVOLVIMENTO I

Etapa I:

Extrair a matéria I da Terra (petróleo e minérios diversos, inclusive os sais minerais da matéria II). Matéria II (seres humanos desgraçados da História)

Etapa II:

Retirar a pele da Terra do caminho (árvores, flores, rios, animais e até seres humanos desclassificados). Manufaturar esses itens e incluí-los no Desenvolvimento I como matéria III.

Etapa III:

Implantar o desenvolvimento I para o conforto e bem estar dos seus investidores – estes, agraciados pela História.

Etapa final:

Instalar os agraciados no controle do desenvolvimento I e subordinar os desgraçados para a manutenção desse desenvolvimento.

 

 

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DESENVOLVIMENTO II

Etapa I:

Revistar a História;

Encontrar a graça dos desgraçados;

Observar a natureza, compreendê-la e respeitá-la.

Etapa II:

Criar coragem; unir forças.

Elaborar a ousadia para a construção do desenvolvimento II.

Etapa III

Desenvolver o ser humano do futuro e instalar o Desenvolvimento II.

Etapa final:

Rumo à evolução humana.

 

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3.EVOLUÇÃO

Aguardar a consumação dos fatos para uma nova HISTÓRIA.

 

– Eu prometo!

Independentemente das brincadeiras desse saci – que são muito sérias, por final – deixemos impresso aqui: seja qual for o candidato eleito nas eleições municipais de 2012, o mais importante é que todas as pessoas, cidadãs ou não, tenham os seus direitos fundamentais assegurados e efetivos. Pois penso, sinceramente, que isso deveria ser prioridade para qualquer gestão de governo, e que assuntos como estes deveriam ser proibidos na comunicação das campanhas eleitorais.

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Quando eu for eleito um cidadão, prometo que…

– pedirei que o candidato da democracia me apresente o seu projeto de governo antes de me pedir o voto de confiança;

– analisarei com muita cautela todas as suas propostas e verei até onde elas são plausíveis com o tempo de trabalho determinado para o cargo público;

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Antes de qualquer decisão que eu venha tomar como cidadão, pensarei sete vezes nesse coletivo de pessoas associadas; claro que uns interagem com os outros, pois penso que todos esses cidadãos vivem numa só “aldeia” (a cidade), partilhando das mesmas avenidas, praças, escadas, águas e fios de energia.

Quando eu for eleito um cidadão, prometo que…

– Irei cobrar a realização das propostas escritas naquele projeto em que confiamos no período de “eleição”.

– Se esse candidato eleito não cumprir com as suas metas e faltar com respeito a todos nós, eu prometo que serei o primeiro de nós a solicitar a sua demissão.

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Mas isso só será real quando eu, o Saci Urbano, for eleito um cidadão, porque, por enquanto eu sou apenas esse ser “fantástico” que vive no imaginário das pessoas que tiveram uma infância sem mentiras – apenas com a verdade dos mitos de seus ancestrais.